quinta-feira, 26 de julho de 2007

Caibalion


Os Sete Princípios Herméticos

A palavra Caibalion (ou Kybalion) tem a mesma origem de Cabala (Qabala), e significa revelação ou tradição superior. É um tratado escrito por três filósofos herméticos sobre os sete princípios que regem o universo e são a base da magia. Essas leis demonstram como funciona o universo e como refletem diretamente nos fatos da vida cotidiana. As origens dos ensinamentos do Caibalion, supostamente, estão associadas ao filósofo Hermes.

Acredita-se que a origem de Hermes seja indo-européia, e que teria ensinado a arte da alquimia, astrologia e algumas práticas mágicas, além das bases de Verdades Universais em várias partes do mundo. Conhecido pelos egípcios como Toth e pelos romanos como Mercúrio, Hermes também é chamado de Logos (verbo-de-Deus-feito-carne), e alguns cristãos atribuíram a Jesus algumas de suas características. Também é representado entre os nativos norte-americanos como um corvo, coiote ou lebre. Acredita-se até mesmo que a química, a astronomia e a física surgiram através de suas mãos.

Pitágoras, assim como dizem que os druidas também, era versado nos princípios herméticos. Os romanos acreditavam que os druidas tinham aprendido com Pitágoras sobre hermetismo. Porém, alguns estudiosos encontraram provas de que Pitágoras tinha sido instruído pelas sacerdotisas druidas da Tracia (?). Supõe-se que na Idade Média, Deus reaparece como Hermes Trimegisto (o Três Vezes Sábio).

Os sete princípios herméticos são:

I - PRINCÍPIO DO MENTALISMO

"O Todo é Mente. O Universo é Mente."

II - PRINCÍPIO DA CORRESPONDÊNCIA

"(Quod superius est sicut quod inferius...) O que está em cima é como o que está embaixo..., é análogo, é correspondente, mas não igual ou semelhante."

III - PRINCÍPIO DA VIBRAÇÃO

"Nada há parado. Tudo se move e tudo vibra."

IV - PRINCÍPIO DA POLARIDADE

"Tudo tem pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são o mesmo. Os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados."

V - PRINCÍPIO DE RITMO

"Tudo tem fluxo e refluxo; tudo tem suas marés; tudo se manifesta por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda; o Ritmo é a compensação."

VI - PRINCÍPIO DA AÇÃO OU REAÇÃO, CAUSA E EFEITO

"Todas as coisas têm o seu Efeito, todo Efeito tem sua causa. Tudo acontece de acordo com a Lei. O Acaso é simplesmente um nome dado a uma lei não reconhecida, porém nada escapa à Lei."

VII - PRINCÍPIO DO GÊNERO

"O Gênero está em tudo. Tudo tem o seu princípio masculino e o seu princípio feminino. O Gênero se manifesta em todos os planos."

Por Spectrum

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Necronomicon

O Necronomicon (Livro de Nomes Mortos) também conhecido por Al Azif (Uivo dos Demônios Noturnos) foi escrito por Abdul Alhazred, em torno de 730 d.C, em Damasco. Ao contrário do que se pensa, não se trata somente de um compilado de rituais e encantos, e sim de uma narrativa dividida em sete volumes, numa linguagem obscura e abstrata. Alguns trechos isolados descrevem rituais e fórmulas mágicas, de forma que o leitor tenha uma idéia mais clara dos métodos de evocações utilizados. Além de abordar também as civilizações antediluvianas e mitologia antiga, tendo sua provável base no Gênese, no Apocalipse de São João e no apócrifo Livro de Enoch. Reúne um alfabeto de 21 letras, dezenove chaves (invocações) em linguagem enochiana, mais de 100 quadros mágicos compostos de até 240 caracteres, além de grande conhecimento oculto.

Segundo o Necronomicon, muitas espécies além do gênero humano habitaram a Terra. Estes seres denominados Antigos, vieram de outras esferas semelhantes ao Sistema Solar. São sobre-humanos detentores de poderes devastadores, e sua evocação só é possível através de rituais específicos descritos no Livro. Até mesmo a palavra árabe para designar antigo, é derivado do verbo hebreu cair. Portanto, seriam Anjos Caídos.

O autor do Necronomicon, Abdul Alhazred, nasceu em Sanna no Iêmen. Em busca de sabedoria, vagou de Alexandria ao Pundjab, passando muitos anos no deserto despovoado do sul da Arábia. Alhazred dominava vários idiomas e era um excelente tradutor. Possuía também habilidades como poeta, o que proporcionava um aspecto dispersivo em suas obras, incluindo o Necronomicon. Abdul Alhazred era familiarizado com a filosofia do grego Proclos, além de matemática, astronomia, metafísica e cultura de povos pré-cristãos, como os egípcios e os caldeus. Durante suas sessões de estudo, o sábio acendia um incenso que combinava várias ervas, entre elas o ópio e o haxixe.

Alhazred adaptou a interpretação de alguns neoplatonistas sobre o Necronomicon. Nesta versão, um grupo de anjos enviado para proteger a Terra tomou as mulheres humanas como suas esposas, procriando e gerando uma raça de gigantes que se pôs a pecar contra a natureza, caçando aves, peixes, répteis e todos os animais da Terra, consumindo a carne e o sangue uns dos outros. Os anjos caídos lhes ensinaram a confeccionar jóias, armas de guerra e cosméticos; além de ensinar encantos, astrologia e outros segredos.

Existe uma grande semelhança dos personagens e enredos das narrações do Necronomicon em diversas culturas. O mito escandinavo do apocalipse, chamado Ragnarok, é sugerido em certas passagens do Livro; além dos Djins Árabes e Anjos Hebraicos, que seriam versões dos deuses escandinavos citados. Este conceito também é análogo à tradição judaica dos Nephilins.

Uma tradução latina do Necronomicon foi feita em 1487 pelo padre alemão Olaus Wormius, que era secretário de Miguel Tomás de Torquemada, inquisidor-mor da Espanha. É provável que Wormius tenha obtido o manuscrito durante a perseguição aos mouros. O Necronomicon deve ter exercido grande fascínio sobre Wormius, para levá-lo a arriscar-se em traduzi-lo numa época e lugar tão perigosos. Uma cópia do livro foi enviada ao abade João Tritêmius, acompanhada de uma carta que continha uma versão blasfema de certas passagens do Gênese. Por sua ousadia, Wormius foi acusado de heresia e queimado juntamente com as cópias de sua tradução. Porém, especula-se que uma cópia teria sobrevivido à inquisição, conservada e guardada no Vaticano.

O percurso histórico do Necronomicon continua em 1586, quando o mago e erudito Jonh Dee anuncia a intenção de traduzi-lo para o idioma inglês, tendo como base a versão latina de Wormius. No entanto, o trabalho de Dee nunca foi impresso mas chegou até as mãos de Elias Ashmole (1617-1692), estudioso que os reescreveu para a biblioteca de Bodleian, em Oxford. Assim, os escritos de Ashmole ficaram esquecidos por aproximadamente 250 anos, quando o mago britânico Aleister Crowley (1875-1947), fundador do Thelema, os encontrou em Bodleian. O Thelema é regido pelo Livro da Lei, obra dividida em três capítulos na qual fica evidente o plagio da obra de Jonh Dee. No ano de 1918, Crowley conhece a modista Sônia Greene e passa alguns meses em sua companhia. Sônia conhece o escritor Howard Phillip Lovecraft em 1921, e casam-se em 1924. Neste período, o autor lança o romance A Cidade Sem Nome e o conto O Cão de Caça, onde menciona Abdul Alhazred e o Necronomicon. Em 1926, um trecho da obra O Chamado de C`Thullu menciona partes do Livro da Lei, de Crowley. Portanto, o ressurgimento contemporâneo do Necronomicon deve-se a Lovecraft, apesar de não haver evidências de que o escritor tivesse acesso ao Livro dos Nomes Mortos.

Algumas suposições aludem a outras cópias que teriam sido roubadas pelos nazistas na década de 30. Ainda nesta hipótese, haveria uma cópia do manus-crito original feita com pele e sangue dos prisioneiros dos campos de concentração, que na 2ª Guerra foi escondida em Osterhorn, uma região montanhosa localizada próxima a Salzburg, Áustria. Atualmente, não é provável que ainda exista um manuscrito árabe do Necronomicon. Uma grande investigação levou a uma busca na Índia, no Egito e na biblioteca de Mecca, mas sem sucesso.

Por Spectrum


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quinta-feira, 19 de julho de 2007

Nazismo e Ocultismo


Todos já ouviram falar de Nazismo, de Adolf Hitler e até do Terceiro Reich. Mas o que nem todos conhecem é o lado místico, ocultista e quase religioso do Nazismo, o Misticismo Nazi.

O Misticismo Nazi é um termo usado para descrever uma subcorrente do Nazismo quase religiosa, caracterizando-se pela combinação do Nazismo com o ocultismo, o esoterismo, a criptohistória e o paranormal.

Nalguns casos atribui uma importância religiosa à pessoa de Adolf Hitler e à sua doutrina.

Algumas teorias modernas chegam a defender a fuga de Hitler para a Antárctida onde terá juntado forças com uma raça draconiana superior com a qual agora percorre o centro oco da Terra, outras falam de bases lunares.

"O Führer é profundamente religioso, embora completamente anti-Cristão; ele vê o Cristianismo como um sintoma de decadência. E com razão, é uma ramificação da raça judia.” - Diário de J. Goebbels, 28 de Dezembro de 1939.

"O Cristianismo é o protótipo do Bolchevismo: a mobilização pelos Judeus das massas de escravos com o objectivo de minar a sociedade”. - Hitler, 1941.

O misticismo nazi tem a sua origem nas ideias racistas de Arthur de Gobineau. Guido von List e Jörg Lanz von Liebenfels tiveram um papel importante no inicio e vieram a fundar movimentos após a guerra.

Oficiais Nazis de alta patente como Heinrich Himmler, Rudolf Hess e Walther Darré foram conhecidos pelo seu interesse no misticismo e no paranormal. Pessoalmente, Hitler sempre se interessou menos por estes assuntos.

O papel desempenhado pelo misticismo no desenvolvimento do Nazismo e dos seus ideais foi imediantamente identificado em 1940 por Lewis Spence na sua obra “As causas ocultas da presente guerra”.

O esoterismo hitleriano centra-se nas mitologias pagãs, pré Cristãs como a Hindu e a Samurai.

Os Teutões de uma forma geral e os Povos Germânicos de uma forma particular serviram de base para a crença na Raça Ariana, e da sua superioridade sobre todas as outras. Foram sugeridas diferentes origens para o ínicio desta raça superior, desde a Atlântida, Thule na Escandinávia, Hyperborea na Grécia e Shambhala no Tibete. Outro pensamento dominante era o de que esta raça superior tinha sido enfraquecida por se misturar com outras raças “inferiores”.

Wikipedia

E isso não é tudo! Além de toda essa "ligação" com o ocultismo, existem diversas teorias e evidências de que o Nazismo tinha também fortes ligações com seres extra-terrestres. Não vou me estender no assunto aqui, mas quem quiser pesquisar tem muito mais aqui. (Domínios Fantásticos)


terça-feira, 10 de julho de 2007

A ciência secreta

" Oh! Não deixeis apagar a Chama!
Mantida de século em século, nesta
escura caverna, neste Templo Sagrado!
Sustentada por puros ministros do amor!
Não deixeis apagar esta Divina Chama! "
(O CAIBALION)

Foi aqui que tudo começou. Herdeiros por sucessão de uma outra civilização muito mais antiga e evoluída, os antigos egípcios eram realmente detentores das chaves de todos os mistérios universais. As antigas Escolas Inciáticas que oficiavam nos corredores subterrâneos da Esfinge e nas câmaras secretas da Grande Pirâmide, transmitiam a uns poucos eleitos e aos merecedores todo um imenso conhecimento, velado por um bem elaborado simbolismo, de modo a ser perpetuado fora do alcance dos profanos e somente compreeensível pelos verdadeiros iniciados. Através dos tempos, a Ciência Secreta, que luta pela liberdade moral e espiritual da humanidade, sempre perseguida pelas trevas da ignorância, teve igualmente que velar por intermédio dos símbolos a sua doutrina e os seus sagrados conhecimentos.

Uma imagem vale certamente mais do que mil palavras.
Os símbolos falam apenas para aqueles que têm o necessário entendimento!
Os deuses egípcios representavam, esotericamente, certas forças universais, constantemente em ação e movimento. A imagem dos animais eram apenas o aspecto exotérico, ou exterior, dessa bem elaborada simbologia.

Os próprios hieróglifos tinham um TRIPLO sentido: o esotérico, o exotérico e o último deles velado, cuja interpretação se perdeu no tempo com a partida do último dos iniciados !

Mas o simbolismo perpetuou-se através das eras, mediante as Lâminas Herméticas do Tarot Egípcio. Nelas, os antigos mestres velaram através dos símbolos um conhecimento universal inestimável, destinado à busca esotérica, ou interior, por parte dos iniciados.
Diz a Tradição que, percebendo a decadência moral e espiritual em certa época da sua civilização, os grandes instrutores deliberaram deixar para a posteridade uma síntese do seu grande conhecimento. Um deles sugeriu que fosse transmitido somente aos homens de virtude, mas como a virtude é por vezes algo passageiro, optaram por cifrar em 78 lâminas de ouro essa
grande sabedoria, somente apta a ser interpretada e desenvolvida e por aqueles realmente merecedores.
Os símbolos, portanto, tornaram-se a partir daí a linguagem dos iniciados.....

O Baphomet dos Templários. Mágica e panteística figura do absoluto. A cabeça do bode, reunindo atributos de outros animais, simboliza a expiação dos pecados corporais.
O facho colocado entre os chifres traduz a inteligência, o intelecto que deve sobrepujar o animal. As mãos, humanas, simbolizam a santidade do trabalho do Iniciado. Em cima e em baixo, ambas fazem o sinal do Esoterismo, lembrando o antigo Axioma: O que está em cima é igual ao que está embaixo!
O caduceu, no ventre, simboliza os mistérios da geração e, muito embora masculina, a figura tem seios femininos lembrando a maternidade e o trabalho.
Na sua fronte, o Pentagrama, simboliza o Microcosmo, a luz da inteligência do homem como criatura divina.

O Grande Símbolo de Salomão, no qual o ancião e seu reflexo formam os triângulos entrelaçados, ou a estrela de seis pontas, simbolizando o macrocosmo e o Microcosmo; o Deus de Luz e o deus dos reflexos; o bem e o mal; a misericórdia e a vingança. Enfim a dualidade das coisas. Um alerta para o Iniciado e também, esotericamente, a magia presente nos espelhos.

O Pentagrama, na Cabala o símbolo do Microcosmo.
Para os ocultistas o mais poderoso de todos os símbolos!
Também conhecido como Tetragramaton, é largamente utilizado nas operações de magia. Exprime a dominação dos Espíritos sobre os elementos, daí a sua utilização em invocações mágicas. Utilizado de forma invertida, isto é, com a ponta para baixo, pode ser extremamente perigoso, já que se torna congenial e sintonizado com forças elementais maléficas.

A Sagrada Rosa Cruz Hermética.
Um primor de simbolismo esotérico, ela nos mostra duas cruzes.
A menor, no centro, representa o homem, ou o Microcosmo, sendo o ponto central de uma Rosa ainda maior no coração da principal, que por sua vez simboliza o Macrocosmo. Símbolos alquímicos representando o mercúrio, o enxofre e o sal, se alternam nas suas pontas, segundo a Tradição Esotérica. Os Pentagramas simbolizam a vitória da quintessência sobre os elementos. Os Triângulos traduzem os elementos alquímicos: ar, água, terra e fogo. O Hexagrama, ou estrela de seis pontas, colocado ao centro, também é um símbolo do Macrocosmo, estando inscritos nas suas pontas os seis planetas da Tradição Astrológica. As pétalas da Rosa maior são 22, representando as letras do alfabeto cabalístico hebraico. E as outras pétalas, internas, representam por sua vez os doze signos do zodíaco; os sete planetas astrológicos, e as letras-mãe de três elementos: ar, fogo e água.
Enfim, dentre outros tantos simbolismos herméticos nela contidos, lembra ao homem que Deus, O Altíssimo, colocou no coração de cada criatura humana a semente de uma Rosa Espiritual que, à semelhança da flor que se nutre com os raios vivificantes do sol, também deverá ser nutrida pela Divina Luz e pelo solo abençoado do verdadeiro conhecimento para, enfim, plenamente desabrochar.


Diagrama de um Templo Iniciático autêntico.
Possui o simbolismo dos quatro pontos cardeais e dos quatro esteios do céu; a Terra e o Espaço. Representa igualmente o Microcosmo e o Macrocosmo, o menor e o Maior. Também traduz a a cruz do corpo com o coração da alma, a Rosa Mística, simbolizada em um altar, postado ao centro. É um lugar sagrado, de trabalho e adoração, onde, de fato, fluem e circulam energias altamente poderosas!

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Popol Vuh

Popol Vuh ou ainda Popol Wuj (modernamente) é um dos poucos livros que restaram da civilização Maia. Trata-se de uma compilação de diversas lendas provenientes de diversos grupos étnicos do sul da atual Guatemala ao sul do Iucatã.

Mais que um registro histórico, o livro revela a cultura maia pelo aspecto religioso porquanto as lendas que nos traz referem-se às explicações das origens daquele povo e dos fenômenos naturais que os cercavam.

Com a chegada dos espanhóis todos os livros que foram encontrados foram sistematicamente queimados sob argumento de que eram sacrílegos embora a explícita intenção dos invasores de não apenas de se apropriarem da terra dos maias como impor-lhes a cultura.

Ao ver dos conquistadores da época, este desrespeito e violência à cultura alheia eram beneméritos e visava salvar os maias do estado de selvageria que lhes imputavam. Daí e porque o Popol Vuh e apenas fragmentos de outros dois livros maias se salvaram da destruição, vem a importância fundamental de tal obra que dá uma minúscula e pálida idéia da vida e costumes desta grande civilização.

É interessante notar que a criação do mundo pelo Popol Vuh relata que o Grande Pai e a Grande Mãe criaram os homens com a intenção de serem adorados por suas criaturas, e o fizeram pelo método da tentativa e erro grosseiramente assemelhada à teoria da evolução.

Conta que, primeiro, os deuses criaram a Terra, depois os animais e finalmente os homens. De início os homens foram feitos de barro mas não subsistindo, o Grande Pai os fez madeira e assim se conservaram embora tenham se tornado altivos, vaidosos e frívolos levando o Grande Pai a aniquilá-los por meio de um dilúvio.

Depois disto, os deuses fizeram a última tentativa e criaram quatro homens a partir de grãos de milho moídos e a partir de seus corpos criaram quatro mulheres que se multiplicaram e constituíram várias outras famílias.

Prevendo esta multiplicação os deuses ficaram temerosos que suas criaturas pudessem ter a idéia de suplantá-los em sua sabedoria e diminuiram a inteligëncia dos oito.

No Popol Vuh também há um relato de dois irmãos gêmeos Hunahpú e Ixbalanqué, vencedores das forças malignas e que nasceram de forma milagrosa já que a mulher que os concebeu era virgem.

Fonte