sexta-feira, 15 de junho de 2007

O Artefato de Coso

O mundo está repleto de mistérios que poucos ousam tentar explicar. E, entre estes mistérios, está o objeto conhecido como Artefato de Coso.



A história é a seguinte: No dia 13 de fevereiro de 1961, três pessoas, que procuravam por pedras nas desérticas montanhas da Califórnia, encontram uma pedra que, quando aberta, revelou a presença de um estranho objeto que parece ter sido criado artificialmente.




O objeto se parece com um dispositivo eletrônico. Semelhante a um condensador.



O objeto encontrado no centro da pedra, é um cilindro perfeitamente circular, feito de um material muito duro e branco, parecido com porcelana. E no centro deste cilindro de porcelana, existe um cabo de metal luminoso de cerca de 2 milímetros de espessura. Este cabo de metal é magnetizado.



Uma radiografia do objeto mostra nada além de um metal no "geodo". Está claro que um objeto da parte metálica estava envolto na pedra e havia sido cortado em dois, restando uma metade mais ou menos embutida em cada uma das partes da pedra. O objeto central é uma haste de metal brilhante de 2 mm de diâmetro. Este foi cortado em dois em 1961, porém 5 anos após não apresentava nenhuma mancha. Em torno dela , encontram-se aproximadamente 18 mm de uma espécie de cerâmica circundada exteriormente. A única parte magnética do objeto seria a haste central de metal brilhante , segundo os descobridores. Quando se examina este objeto, com a justaposição de uma cerâmica de forma regular de uma haste metálica e de um resto de cobre, percebe-se que se tratava de um tipo de aparelho elétrico. Se examinarmos as radiografias, constatamos que a haste atravessa todas as partes componentes mostradas pelas fotos; parece ter sido corroída na extremidade. Entretanto a haste acaba, em uma mola ou espiral de metal . Há três segmentos do objetos sobre a haste e o segmento central em cerâmica , com um pouco de cobre roído (aquele que é visível e que é cortado em dois). Nada indica pelas fotos que o objeto possa ser passível de fraude. Um geólogo examinou o objeto, declarando que o nódulo tinha pelo menos 500.000 anos!




Microfotografia do objeto.

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