quinta-feira, 26 de julho de 2007

Caibalion


Os Sete Princípios Herméticos

A palavra Caibalion (ou Kybalion) tem a mesma origem de Cabala (Qabala), e significa revelação ou tradição superior. É um tratado escrito por três filósofos herméticos sobre os sete princípios que regem o universo e são a base da magia. Essas leis demonstram como funciona o universo e como refletem diretamente nos fatos da vida cotidiana. As origens dos ensinamentos do Caibalion, supostamente, estão associadas ao filósofo Hermes.

Acredita-se que a origem de Hermes seja indo-européia, e que teria ensinado a arte da alquimia, astrologia e algumas práticas mágicas, além das bases de Verdades Universais em várias partes do mundo. Conhecido pelos egípcios como Toth e pelos romanos como Mercúrio, Hermes também é chamado de Logos (verbo-de-Deus-feito-carne), e alguns cristãos atribuíram a Jesus algumas de suas características. Também é representado entre os nativos norte-americanos como um corvo, coiote ou lebre. Acredita-se até mesmo que a química, a astronomia e a física surgiram através de suas mãos.

Pitágoras, assim como dizem que os druidas também, era versado nos princípios herméticos. Os romanos acreditavam que os druidas tinham aprendido com Pitágoras sobre hermetismo. Porém, alguns estudiosos encontraram provas de que Pitágoras tinha sido instruído pelas sacerdotisas druidas da Tracia (?). Supõe-se que na Idade Média, Deus reaparece como Hermes Trimegisto (o Três Vezes Sábio).

Os sete princípios herméticos são:

I - PRINCÍPIO DO MENTALISMO

"O Todo é Mente. O Universo é Mente."

II - PRINCÍPIO DA CORRESPONDÊNCIA

"(Quod superius est sicut quod inferius...) O que está em cima é como o que está embaixo..., é análogo, é correspondente, mas não igual ou semelhante."

III - PRINCÍPIO DA VIBRAÇÃO

"Nada há parado. Tudo se move e tudo vibra."

IV - PRINCÍPIO DA POLARIDADE

"Tudo tem pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são o mesmo. Os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados."

V - PRINCÍPIO DE RITMO

"Tudo tem fluxo e refluxo; tudo tem suas marés; tudo se manifesta por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda; o Ritmo é a compensação."

VI - PRINCÍPIO DA AÇÃO OU REAÇÃO, CAUSA E EFEITO

"Todas as coisas têm o seu Efeito, todo Efeito tem sua causa. Tudo acontece de acordo com a Lei. O Acaso é simplesmente um nome dado a uma lei não reconhecida, porém nada escapa à Lei."

VII - PRINCÍPIO DO GÊNERO

"O Gênero está em tudo. Tudo tem o seu princípio masculino e o seu princípio feminino. O Gênero se manifesta em todos os planos."

Por Spectrum

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Necronomicon

O Necronomicon (Livro de Nomes Mortos) também conhecido por Al Azif (Uivo dos Demônios Noturnos) foi escrito por Abdul Alhazred, em torno de 730 d.C, em Damasco. Ao contrário do que se pensa, não se trata somente de um compilado de rituais e encantos, e sim de uma narrativa dividida em sete volumes, numa linguagem obscura e abstrata. Alguns trechos isolados descrevem rituais e fórmulas mágicas, de forma que o leitor tenha uma idéia mais clara dos métodos de evocações utilizados. Além de abordar também as civilizações antediluvianas e mitologia antiga, tendo sua provável base no Gênese, no Apocalipse de São João e no apócrifo Livro de Enoch. Reúne um alfabeto de 21 letras, dezenove chaves (invocações) em linguagem enochiana, mais de 100 quadros mágicos compostos de até 240 caracteres, além de grande conhecimento oculto.

Segundo o Necronomicon, muitas espécies além do gênero humano habitaram a Terra. Estes seres denominados Antigos, vieram de outras esferas semelhantes ao Sistema Solar. São sobre-humanos detentores de poderes devastadores, e sua evocação só é possível através de rituais específicos descritos no Livro. Até mesmo a palavra árabe para designar antigo, é derivado do verbo hebreu cair. Portanto, seriam Anjos Caídos.

O autor do Necronomicon, Abdul Alhazred, nasceu em Sanna no Iêmen. Em busca de sabedoria, vagou de Alexandria ao Pundjab, passando muitos anos no deserto despovoado do sul da Arábia. Alhazred dominava vários idiomas e era um excelente tradutor. Possuía também habilidades como poeta, o que proporcionava um aspecto dispersivo em suas obras, incluindo o Necronomicon. Abdul Alhazred era familiarizado com a filosofia do grego Proclos, além de matemática, astronomia, metafísica e cultura de povos pré-cristãos, como os egípcios e os caldeus. Durante suas sessões de estudo, o sábio acendia um incenso que combinava várias ervas, entre elas o ópio e o haxixe.

Alhazred adaptou a interpretação de alguns neoplatonistas sobre o Necronomicon. Nesta versão, um grupo de anjos enviado para proteger a Terra tomou as mulheres humanas como suas esposas, procriando e gerando uma raça de gigantes que se pôs a pecar contra a natureza, caçando aves, peixes, répteis e todos os animais da Terra, consumindo a carne e o sangue uns dos outros. Os anjos caídos lhes ensinaram a confeccionar jóias, armas de guerra e cosméticos; além de ensinar encantos, astrologia e outros segredos.

Existe uma grande semelhança dos personagens e enredos das narrações do Necronomicon em diversas culturas. O mito escandinavo do apocalipse, chamado Ragnarok, é sugerido em certas passagens do Livro; além dos Djins Árabes e Anjos Hebraicos, que seriam versões dos deuses escandinavos citados. Este conceito também é análogo à tradição judaica dos Nephilins.

Uma tradução latina do Necronomicon foi feita em 1487 pelo padre alemão Olaus Wormius, que era secretário de Miguel Tomás de Torquemada, inquisidor-mor da Espanha. É provável que Wormius tenha obtido o manuscrito durante a perseguição aos mouros. O Necronomicon deve ter exercido grande fascínio sobre Wormius, para levá-lo a arriscar-se em traduzi-lo numa época e lugar tão perigosos. Uma cópia do livro foi enviada ao abade João Tritêmius, acompanhada de uma carta que continha uma versão blasfema de certas passagens do Gênese. Por sua ousadia, Wormius foi acusado de heresia e queimado juntamente com as cópias de sua tradução. Porém, especula-se que uma cópia teria sobrevivido à inquisição, conservada e guardada no Vaticano.

O percurso histórico do Necronomicon continua em 1586, quando o mago e erudito Jonh Dee anuncia a intenção de traduzi-lo para o idioma inglês, tendo como base a versão latina de Wormius. No entanto, o trabalho de Dee nunca foi impresso mas chegou até as mãos de Elias Ashmole (1617-1692), estudioso que os reescreveu para a biblioteca de Bodleian, em Oxford. Assim, os escritos de Ashmole ficaram esquecidos por aproximadamente 250 anos, quando o mago britânico Aleister Crowley (1875-1947), fundador do Thelema, os encontrou em Bodleian. O Thelema é regido pelo Livro da Lei, obra dividida em três capítulos na qual fica evidente o plagio da obra de Jonh Dee. No ano de 1918, Crowley conhece a modista Sônia Greene e passa alguns meses em sua companhia. Sônia conhece o escritor Howard Phillip Lovecraft em 1921, e casam-se em 1924. Neste período, o autor lança o romance A Cidade Sem Nome e o conto O Cão de Caça, onde menciona Abdul Alhazred e o Necronomicon. Em 1926, um trecho da obra O Chamado de C`Thullu menciona partes do Livro da Lei, de Crowley. Portanto, o ressurgimento contemporâneo do Necronomicon deve-se a Lovecraft, apesar de não haver evidências de que o escritor tivesse acesso ao Livro dos Nomes Mortos.

Algumas suposições aludem a outras cópias que teriam sido roubadas pelos nazistas na década de 30. Ainda nesta hipótese, haveria uma cópia do manus-crito original feita com pele e sangue dos prisioneiros dos campos de concentração, que na 2ª Guerra foi escondida em Osterhorn, uma região montanhosa localizada próxima a Salzburg, Áustria. Atualmente, não é provável que ainda exista um manuscrito árabe do Necronomicon. Uma grande investigação levou a uma busca na Índia, no Egito e na biblioteca de Mecca, mas sem sucesso.

Por Spectrum


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quinta-feira, 19 de julho de 2007

Nazismo e Ocultismo


Todos já ouviram falar de Nazismo, de Adolf Hitler e até do Terceiro Reich. Mas o que nem todos conhecem é o lado místico, ocultista e quase religioso do Nazismo, o Misticismo Nazi.

O Misticismo Nazi é um termo usado para descrever uma subcorrente do Nazismo quase religiosa, caracterizando-se pela combinação do Nazismo com o ocultismo, o esoterismo, a criptohistória e o paranormal.

Nalguns casos atribui uma importância religiosa à pessoa de Adolf Hitler e à sua doutrina.

Algumas teorias modernas chegam a defender a fuga de Hitler para a Antárctida onde terá juntado forças com uma raça draconiana superior com a qual agora percorre o centro oco da Terra, outras falam de bases lunares.

"O Führer é profundamente religioso, embora completamente anti-Cristão; ele vê o Cristianismo como um sintoma de decadência. E com razão, é uma ramificação da raça judia.” - Diário de J. Goebbels, 28 de Dezembro de 1939.

"O Cristianismo é o protótipo do Bolchevismo: a mobilização pelos Judeus das massas de escravos com o objectivo de minar a sociedade”. - Hitler, 1941.

O misticismo nazi tem a sua origem nas ideias racistas de Arthur de Gobineau. Guido von List e Jörg Lanz von Liebenfels tiveram um papel importante no inicio e vieram a fundar movimentos após a guerra.

Oficiais Nazis de alta patente como Heinrich Himmler, Rudolf Hess e Walther Darré foram conhecidos pelo seu interesse no misticismo e no paranormal. Pessoalmente, Hitler sempre se interessou menos por estes assuntos.

O papel desempenhado pelo misticismo no desenvolvimento do Nazismo e dos seus ideais foi imediantamente identificado em 1940 por Lewis Spence na sua obra “As causas ocultas da presente guerra”.

O esoterismo hitleriano centra-se nas mitologias pagãs, pré Cristãs como a Hindu e a Samurai.

Os Teutões de uma forma geral e os Povos Germânicos de uma forma particular serviram de base para a crença na Raça Ariana, e da sua superioridade sobre todas as outras. Foram sugeridas diferentes origens para o ínicio desta raça superior, desde a Atlântida, Thule na Escandinávia, Hyperborea na Grécia e Shambhala no Tibete. Outro pensamento dominante era o de que esta raça superior tinha sido enfraquecida por se misturar com outras raças “inferiores”.

Wikipedia

E isso não é tudo! Além de toda essa "ligação" com o ocultismo, existem diversas teorias e evidências de que o Nazismo tinha também fortes ligações com seres extra-terrestres. Não vou me estender no assunto aqui, mas quem quiser pesquisar tem muito mais aqui. (Domínios Fantásticos)


terça-feira, 10 de julho de 2007

A ciência secreta

" Oh! Não deixeis apagar a Chama!
Mantida de século em século, nesta
escura caverna, neste Templo Sagrado!
Sustentada por puros ministros do amor!
Não deixeis apagar esta Divina Chama! "
(O CAIBALION)

Foi aqui que tudo começou. Herdeiros por sucessão de uma outra civilização muito mais antiga e evoluída, os antigos egípcios eram realmente detentores das chaves de todos os mistérios universais. As antigas Escolas Inciáticas que oficiavam nos corredores subterrâneos da Esfinge e nas câmaras secretas da Grande Pirâmide, transmitiam a uns poucos eleitos e aos merecedores todo um imenso conhecimento, velado por um bem elaborado simbolismo, de modo a ser perpetuado fora do alcance dos profanos e somente compreeensível pelos verdadeiros iniciados. Através dos tempos, a Ciência Secreta, que luta pela liberdade moral e espiritual da humanidade, sempre perseguida pelas trevas da ignorância, teve igualmente que velar por intermédio dos símbolos a sua doutrina e os seus sagrados conhecimentos.

Uma imagem vale certamente mais do que mil palavras.
Os símbolos falam apenas para aqueles que têm o necessário entendimento!
Os deuses egípcios representavam, esotericamente, certas forças universais, constantemente em ação e movimento. A imagem dos animais eram apenas o aspecto exotérico, ou exterior, dessa bem elaborada simbologia.

Os próprios hieróglifos tinham um TRIPLO sentido: o esotérico, o exotérico e o último deles velado, cuja interpretação se perdeu no tempo com a partida do último dos iniciados !

Mas o simbolismo perpetuou-se através das eras, mediante as Lâminas Herméticas do Tarot Egípcio. Nelas, os antigos mestres velaram através dos símbolos um conhecimento universal inestimável, destinado à busca esotérica, ou interior, por parte dos iniciados.
Diz a Tradição que, percebendo a decadência moral e espiritual em certa época da sua civilização, os grandes instrutores deliberaram deixar para a posteridade uma síntese do seu grande conhecimento. Um deles sugeriu que fosse transmitido somente aos homens de virtude, mas como a virtude é por vezes algo passageiro, optaram por cifrar em 78 lâminas de ouro essa
grande sabedoria, somente apta a ser interpretada e desenvolvida e por aqueles realmente merecedores.
Os símbolos, portanto, tornaram-se a partir daí a linguagem dos iniciados.....

O Baphomet dos Templários. Mágica e panteística figura do absoluto. A cabeça do bode, reunindo atributos de outros animais, simboliza a expiação dos pecados corporais.
O facho colocado entre os chifres traduz a inteligência, o intelecto que deve sobrepujar o animal. As mãos, humanas, simbolizam a santidade do trabalho do Iniciado. Em cima e em baixo, ambas fazem o sinal do Esoterismo, lembrando o antigo Axioma: O que está em cima é igual ao que está embaixo!
O caduceu, no ventre, simboliza os mistérios da geração e, muito embora masculina, a figura tem seios femininos lembrando a maternidade e o trabalho.
Na sua fronte, o Pentagrama, simboliza o Microcosmo, a luz da inteligência do homem como criatura divina.

O Grande Símbolo de Salomão, no qual o ancião e seu reflexo formam os triângulos entrelaçados, ou a estrela de seis pontas, simbolizando o macrocosmo e o Microcosmo; o Deus de Luz e o deus dos reflexos; o bem e o mal; a misericórdia e a vingança. Enfim a dualidade das coisas. Um alerta para o Iniciado e também, esotericamente, a magia presente nos espelhos.

O Pentagrama, na Cabala o símbolo do Microcosmo.
Para os ocultistas o mais poderoso de todos os símbolos!
Também conhecido como Tetragramaton, é largamente utilizado nas operações de magia. Exprime a dominação dos Espíritos sobre os elementos, daí a sua utilização em invocações mágicas. Utilizado de forma invertida, isto é, com a ponta para baixo, pode ser extremamente perigoso, já que se torna congenial e sintonizado com forças elementais maléficas.

A Sagrada Rosa Cruz Hermética.
Um primor de simbolismo esotérico, ela nos mostra duas cruzes.
A menor, no centro, representa o homem, ou o Microcosmo, sendo o ponto central de uma Rosa ainda maior no coração da principal, que por sua vez simboliza o Macrocosmo. Símbolos alquímicos representando o mercúrio, o enxofre e o sal, se alternam nas suas pontas, segundo a Tradição Esotérica. Os Pentagramas simbolizam a vitória da quintessência sobre os elementos. Os Triângulos traduzem os elementos alquímicos: ar, água, terra e fogo. O Hexagrama, ou estrela de seis pontas, colocado ao centro, também é um símbolo do Macrocosmo, estando inscritos nas suas pontas os seis planetas da Tradição Astrológica. As pétalas da Rosa maior são 22, representando as letras do alfabeto cabalístico hebraico. E as outras pétalas, internas, representam por sua vez os doze signos do zodíaco; os sete planetas astrológicos, e as letras-mãe de três elementos: ar, fogo e água.
Enfim, dentre outros tantos simbolismos herméticos nela contidos, lembra ao homem que Deus, O Altíssimo, colocou no coração de cada criatura humana a semente de uma Rosa Espiritual que, à semelhança da flor que se nutre com os raios vivificantes do sol, também deverá ser nutrida pela Divina Luz e pelo solo abençoado do verdadeiro conhecimento para, enfim, plenamente desabrochar.


Diagrama de um Templo Iniciático autêntico.
Possui o simbolismo dos quatro pontos cardeais e dos quatro esteios do céu; a Terra e o Espaço. Representa igualmente o Microcosmo e o Macrocosmo, o menor e o Maior. Também traduz a a cruz do corpo com o coração da alma, a Rosa Mística, simbolizada em um altar, postado ao centro. É um lugar sagrado, de trabalho e adoração, onde, de fato, fluem e circulam energias altamente poderosas!

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Popol Vuh

Popol Vuh ou ainda Popol Wuj (modernamente) é um dos poucos livros que restaram da civilização Maia. Trata-se de uma compilação de diversas lendas provenientes de diversos grupos étnicos do sul da atual Guatemala ao sul do Iucatã.

Mais que um registro histórico, o livro revela a cultura maia pelo aspecto religioso porquanto as lendas que nos traz referem-se às explicações das origens daquele povo e dos fenômenos naturais que os cercavam.

Com a chegada dos espanhóis todos os livros que foram encontrados foram sistematicamente queimados sob argumento de que eram sacrílegos embora a explícita intenção dos invasores de não apenas de se apropriarem da terra dos maias como impor-lhes a cultura.

Ao ver dos conquistadores da época, este desrespeito e violência à cultura alheia eram beneméritos e visava salvar os maias do estado de selvageria que lhes imputavam. Daí e porque o Popol Vuh e apenas fragmentos de outros dois livros maias se salvaram da destruição, vem a importância fundamental de tal obra que dá uma minúscula e pálida idéia da vida e costumes desta grande civilização.

É interessante notar que a criação do mundo pelo Popol Vuh relata que o Grande Pai e a Grande Mãe criaram os homens com a intenção de serem adorados por suas criaturas, e o fizeram pelo método da tentativa e erro grosseiramente assemelhada à teoria da evolução.

Conta que, primeiro, os deuses criaram a Terra, depois os animais e finalmente os homens. De início os homens foram feitos de barro mas não subsistindo, o Grande Pai os fez madeira e assim se conservaram embora tenham se tornado altivos, vaidosos e frívolos levando o Grande Pai a aniquilá-los por meio de um dilúvio.

Depois disto, os deuses fizeram a última tentativa e criaram quatro homens a partir de grãos de milho moídos e a partir de seus corpos criaram quatro mulheres que se multiplicaram e constituíram várias outras famílias.

Prevendo esta multiplicação os deuses ficaram temerosos que suas criaturas pudessem ter a idéia de suplantá-los em sua sabedoria e diminuiram a inteligëncia dos oito.

No Popol Vuh também há um relato de dois irmãos gêmeos Hunahpú e Ixbalanqué, vencedores das forças malignas e que nasceram de forma milagrosa já que a mulher que os concebeu era virgem.

Fonte

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Deuses alados de Palenque

Imagens antigas e misteriosas relatam a passagem de homens vindos do espaço sobre a Terra

Yucatan, no México, está repleta de templos e pirâmides. No dia 15 de junho de 1952, Alberto Ruz Lhuillier e uma equipe de arqueólogos descobriram em Palenque um magnífico monumento de forma piramidal, sem dúvida o mais belo de todo o Estado de Chiapas.

Era um túmulo secreto sob o qual repousavam os restos de um homem cuja morfologia era totalmente diferente dos Maias da época, que eram seus contemporâneos. Sua altura, 1.70 m, ultrapassava de vinte bons centímetros a altura média dos indígenas que não excediam nunca os 1,54 m. A abertura do sarcófago será sempre um dos momentos mais cativantes e dos mais excitantes da história da arqueologia. Somente lorde Carnavon e Howard Carter tinham conhecido, antes de Alberto Ruz Lhuillier, instantes assim tão emocionantes, quando os primeiros penetraram na tumba de Tut-Ank-Amon. Tendo chegado ao interior da pirâmide, Lhuillier e sua equipe de arqueólogos descobriram um sarcófago inviolado, recoberto por uma laje esculpida.

Esta pedra, com o comprimento de 3,80 m e largura de 2,20 m, tinha a espessura de 25 cm. Pesava seis toneladas. Os arqueólogos só tinham como instrumentos de trabalho dois macacos de automóvel. Reunindo a precisão à habilidade, conseguiram levantar esta imponente tampa sem a quebrar. Esta laje tão pesada, que deu tantos cuidados a Alberto Ruz Lhuillier para a desembaraçar, merece tanto a nossa atenção quanto o sarcófago que ela recobria. Este túmulo tinha a forma de um peixe, Oannés-Itchou, sinal sagrado dos iniciadores vindos "do além". Detalhando-a, tem-se a impressão de que, a exemplo dos Hebreus que reuniram os seus conhecimentos orais no Talmude, os iniciados Maias esculpiram na pedra uma mensagem extraordinária, que seus antepassados lhes tinham transmitido.

Para quem olha esta escultura com um pouco de atenção e sem preconceito nem prevenção, é possível ver nela o esquema de uma máquina voadora pilotada por um homem. Quando um povo deseja deixar mensagem imperecível à posteridade, é à pedra que ele a confia: é o único material capaz de lutar contra a eternidade. No presente caso, foi o que fizeram os Maias. Esta escultura é uma das mais belas e das mais finas de toda a arte pré-colombiana conhecida. É nítida e equilibrada. O motivo principal está cercado por vinte e quatro símbolos, o que faz com que pensemos de novo nos misteriosos sinais que ornam a Porta do Sol de Tiahuanaco, cujos motivos esculpidos fizeram com que o acadêmico soviético V. Kolelnikov dissesse que eles representam um calendário venusiano.

No caso presente o ideograma varia e os sinais são repartidos da seguinte maneira: 9 no alto para o céu; 9 em baixo para a Terra; 3 à esquerda para o ocidente; 3 à direita para o leste. Esses hieróglifos explicam certamente as condições de pilotagem de um "Vimana".

Os "Vimanas", conta-nos a tradição hindu, eram engenhos voadores aperfeiçoados suscetíveis de realizar fantásticas viagens cósmicas. O motivo central que representa o "piloto" permite-nos constatar, que este último traz um capacete embaixo do braço e observa a parte dianteira do aparelho. Suas duas mãos estão ocupadas, elas parecem manobrar alavancas. A cabeça do indivíduo repousa sobre um suporte, e um tubo inalador penetra-lhe o nariz.


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segunda-feira, 18 de junho de 2007

Moais


Os moais, imensas e intrigantes estátuas de pedra simbolizam os mistérios que pairam sobre a remota Ilha de Páscoa ( Rapa Nui - em idioma polinésio ) pertencente ao Chile.


Datados do Séc. VIII, têm de 5 à 21 metros de altura. Personificam os chefes fundadores das 10 grandes tribos da ilha, muitos tiveram que ser deslocados por grandes distâncias e depois dispostos de costas para o mar. Perto do vulcão Rano Raraku, vários deles espalhados no chão indicam que deixaram de ser produzidos de repente... Um passado de mistérios lembrado na festa do Tapati. A maior estrutura megalítica do planeta chama-se Ahu Tongariki e é composta por 15 moais sobre uma plataforma de 250 metros. Uma lenda, transmitida de boca em boca, reza que em tempos imemoriais aportaram homens voadores e acenderam fogo. A lenda encontra sua confirmação em esculturas de seres voadores com grandes olhos fixos. Infelizmente os missionários ocidentais queimaram plaquilhas com caracteres Rongorongo (única forma de escrita desenvolvida entre os povos polinésios), proibiram os antigos cultos religiosos e destruíram qualquer tradição impedindo que hoje possamos compreender os mistérios de Te Pito o te Henua (em polinésio) ou "Umbigo do Mundo"...


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sexta-feira, 15 de junho de 2007

O Artefato de Coso

O mundo está repleto de mistérios que poucos ousam tentar explicar. E, entre estes mistérios, está o objeto conhecido como Artefato de Coso.



A história é a seguinte: No dia 13 de fevereiro de 1961, três pessoas, que procuravam por pedras nas desérticas montanhas da Califórnia, encontram uma pedra que, quando aberta, revelou a presença de um estranho objeto que parece ter sido criado artificialmente.




O objeto se parece com um dispositivo eletrônico. Semelhante a um condensador.



O objeto encontrado no centro da pedra, é um cilindro perfeitamente circular, feito de um material muito duro e branco, parecido com porcelana. E no centro deste cilindro de porcelana, existe um cabo de metal luminoso de cerca de 2 milímetros de espessura. Este cabo de metal é magnetizado.



Uma radiografia do objeto mostra nada além de um metal no "geodo". Está claro que um objeto da parte metálica estava envolto na pedra e havia sido cortado em dois, restando uma metade mais ou menos embutida em cada uma das partes da pedra. O objeto central é uma haste de metal brilhante de 2 mm de diâmetro. Este foi cortado em dois em 1961, porém 5 anos após não apresentava nenhuma mancha. Em torno dela , encontram-se aproximadamente 18 mm de uma espécie de cerâmica circundada exteriormente. A única parte magnética do objeto seria a haste central de metal brilhante , segundo os descobridores. Quando se examina este objeto, com a justaposição de uma cerâmica de forma regular de uma haste metálica e de um resto de cobre, percebe-se que se tratava de um tipo de aparelho elétrico. Se examinarmos as radiografias, constatamos que a haste atravessa todas as partes componentes mostradas pelas fotos; parece ter sido corroída na extremidade. Entretanto a haste acaba, em uma mola ou espiral de metal . Há três segmentos do objetos sobre a haste e o segmento central em cerâmica , com um pouco de cobre roído (aquele que é visível e que é cortado em dois). Nada indica pelas fotos que o objeto possa ser passível de fraude. Um geólogo examinou o objeto, declarando que o nódulo tinha pelo menos 500.000 anos!




Microfotografia do objeto.

Stonehenge

Stonehenge é o monumento pré-histórico mais importante da Inglaterra e não há nada semelhante à ele em todo o mundo. Este altar de pedras tem sido usado há 5000 anos e até hoje não se tem certeza absoluta sobre qual era sua finalidade. Por volta de 3500 AC , os povos semi-nômades que habitavam a planície começaram a construir o monumento. À primeira vista, este local singular e enigmático parece menor do que se imaginava, porém a pedra mais alta tem 6,7 m de altura, além dos 2,4m abaixo do solo. As pedras para construir Stonehenge foram trazidas de até 400 km de distância, algumas pesam 45 toneladas e tem 5 metros de altura. Diversas pedras de Stonehenge tem desenhos ou inscrições feitas pelas antigas civilizações, embora já estejam bastante apagadas pelo tempo.

Presume-se que Stonehenge tivesse, o propósito de distinguir as estações do ano através da observação da posição da lua em relação a quatro pedras e um fosso. Tal procedimento tornou-se necessário, naquela época, porque as tribos locais haviam substituído a caça pela agricultura como meio de obter alimentos e, por isso, era necessário saber quando deveriam plantar.

Nenhum outro lugar provocou tanta especulação e teorias absurdas como as rochas eretas de Stonehenge. Após dirigir alguns quilômetros pelas colinas e planícies do interior da Inglaterra, a simples visão desta estrutura majestosa é de tirar o fôlego. Andar em torno causa sensações ainda mais estranhas. Seu mistério é um desafio. Durante mais de cinco mil anos mantém vigília silenciosa sobre a terra. Já foi escavada, submetida a raio-x, medida e investigada. Mesmo assim apesar de tudo que se aprendeu sobre sua idade e construção, seu propósito é um dos grandes enigmas do mundo.

A construção de Stonehenge

No século XX, arqueólogos, através da técnica de datação do Carbono 14, estabeleceram que a construção de Stonehenge teve início em torno de 2950 a.C. e encerrou-se em aproximada- mente 1600 a.C.. Portanto, as primeiras pedras erguidas nesta obra sustentam-se há mais de 5000 anos.

Se a construção de Stonehenge se estendeu por mais de 13 séculos e técnicas diferentes foram utilizadas para erguer o monumento, considera-se que vários povos habitaram o local neste período. Assim, não apenas uma, mas algumas culturas que habitaram a região atuaram em sua construção.

Não há referências seguras sobre quais povos participaram desse trabalho. Mas há evidências arqueológicas de que há cerca de 10 mil anos, naquela região, já havia presença humana. No século XVIII, William Stukeley, astrólogo e membro da maçonaria, argumentava que era um templo construído pelos druidas, sacerdotes do povo celta. Mas os celtas estabilizaram-se cerca de 1000 anos após a conclusão do monumento. Portanto, esta possibilidade é descartada e conclui-se que Stonehenge teria sido obra de povos anteriores aos celtas.

Recentemente, em 2003, operários que instalavam tubulações em Boscombe, área próxima ao sítio histórico de Stonehenge, encontraram uma tumba coletiva com sete corpos (três crianças, um adolescente e três homens). Ao lado dos esqueletos, havia pontas de flecha e potes de barro datados de 2300 a.C., época da construção de Stonehenge. Ao analisar as camadas de esmalte dos dentes dos esqueletos, pesquisadores descobriram traços da composição da água encontrada na região de Wales, local de origem das pedras centrais de Stonehenge. Essa evidência levou à conclusão que os Arqueiros de Boscombe (como foram apelidados) provavelmente, ajudaram a erguer as pedras do monumento.

Merlim e os gigantes

O escritor e clérigo inglês Geoffrey de Monmouth, em sua obra Dança dos Gigantes (1130), narra que Uther Pendragon, pai do lendário Arthur, por volta do século V, após uma traição de Heingist liderando os saxões a um massacre de 460 nobres britânicos numa conferência de paz, decidiu elevar um monumento em memória dos guerreiros mortos. Assim, Pendragon convocou Merlim e o mago sugeriu a busca de antiqüíssimas pedras gigantescas que formavam um círculo mágico, capaz de curar todas as enfermidades, construído por gigantes na Irlanda.

Os gigantes, que eram pacíficos e infantis e tinham longa vida, haviam criado os círculos de pedra para saudar a natureza e para brincar, provocando assim uma certa disputa para ver quem construía um número maior de círculos (esta seria a origem dos inúmeros círculos distribuídos por toda Europa até hoje). Segundo Merlim, esta raça extinta de gigantes havia transportado essas pedras mágicas da África para a Irlanda. A água que fosse derramada sobre as pedras mágicas adquiria poderes curativos. Dessa forma, os gigantes tratavam seus ferimentos com preparados de ervas combinadas à água mágica.

Pendragon e seu irmão Ambrosius convocaram um exército de 15 mil homens a fim de transportar as pedras. Mas todas as tentativas fracassaram. Foi então que Merlim, valendo-se de poderes mágicos, transportou-as até os barcos que as trouxeram até Salisbury, na Inglaterra. Merlim dispôs as pedras ao redor das sepulturas, da mesma forma que os antigos gigantes. Segundo a lenda, ainda hoje encontram-se as inscrições dos túmulos de Uther e Aurelius.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Aquecimento Global

Entenda o Aquecimento Global, Efeito Estufa, conseqüências, aumento da temperatura mundial, degelo das calotas polares, gases poluentes, Protocolo de Quioto, furacões, cliclones, desertos, clima
Introdução
Todos os dias acompanhamos na televisão, nos jornais e revistas as catástrofes climáticas e as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente, no clima mundial. Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como tem ocorrido nos últimos anos.

A Europa tem sido castigada por ondas de calor de até 40 graus centígrados, ciclones atingem o Brasil (principalmente a costa sul e sudeste), o número de desertos aumenta a cada dia, fortes furacões causam mortes e destruição em várias regiões do planeta e as calotas polares estão derretendo (fator que pode ocasionar o avanço dos oceanos sobre cidades litorâneas). O que pode estar provocando tudo isso? Os cientistas são unânimes em afirmar que o aquecimento global está relacionado a todos estes acontecimentos.

Pesquisadores do clima mundial afirmam que este aquecimento global está ocorrendo em função do aumento de poluentes, principalmente de gases derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel etc), na atmosfera. Estes gases (ozônio, gás carbônico e monóxido de carbono, principalmente) formam uma camada de poluentes, de difícil dispersão, causando o famoso efeito estufa. O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colabora para este processo. Os raios do Sol atingem o solo e irradiam calor na atmosfera. Como esta camada de poluentes dificulta a dispersão do calor, o resultado é o aumento da temperatura global. Embora este fenômeno ocorra de forma mais evidente nas grandes cidades, já se verifica suas conseqüências em nível global.

Conseqüências do aquecimento global
- Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas;
- Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas em nosso planeta;
- Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas;
- Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.

Protocolo de Quioto
Este protocolo é um acordo internacional que visa a redução da emissão dos poluentes que aumentam o efeito estufa no planeta. Entrou em vigor em 16 fevereiro de 2005. O principal objetivo é que ocorra a diminuição da temperatura global nos próximos anos. Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite poluentes no mundo, não aceitou o acordo, pois afirmou que ele prejudicaria o desenvolvimento industrial do país.

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Atlântida

"Ora, desde o dia em que nossos antepassados adormeceram na morte, todas as coisas estão continuando exatamente como desde o princípio da Criação. Pois, segundo o desejo deles, escapa-lhes o fato de que nos tempos antigos havia céus e uma terra sobressaindo compactamente à água e no meio da água. E por estes meios, o mundo daquele tempo sofreu a destruição ao ser inundado pela água"

(A Bíblia, Segunda Carta de Pedro - Cap. 3 Vs. 4/13)

Atlântida, um simples nome que evoca o mistério e suscita os sonhos. Mas o quê haveria de verdade além das das lendas e das mais antigas Tradições espalhadas por todas as partes do mundo, além disso fazendo parte da cultura de vários povos - todas elas em notável concordância no que tange à remota existência de uma imensa e muito antiga terra, habitada por uma raça poderosa, grandemente evoluída, que fora repentinamente tragada pelo mar em fúria?

Esta é a disposição atual dos continentes banhados pelo Oceano Atlântico. Porém, a Ciência sabe que há muitos milhões de anos não havia qualquer divisão continental no nosso planeta, existindo apenas uma gigantesca massa denominada Pangea. Ocorreram então vários deslocamentos durante longos períodos de tempo, talvez devido a uma súbita inclinação do eixo planetário, formando-se por intermédio deles os atuais continentes.

Esta é uma impressionante experiência que qualquer um pode fazer: na montagem acima, deslocamos no mapa, em sentido diagonal, o Continente da América do Sul. E como resultado final, temos o seu incrível e perfeitísimo encaixe nos contornos do Continente Africano - hoje situado a milhares de milhas distantes!

A recíproca, porém, não é absolutamente verdadeira! Quando se adota o mesmo procedimento, respeitando-se o ângulo de inclinação anterior, constata-se que o Continente em que se situa a América da Norte não se encaixa totalmente nos contornos da atual Continente Europeu - apresentando apenas os corretos encaixes mais ao norte, até a área da Groenlândia. Isso por si só é uma prova cabal e contundente de que a região vista em azul, ao centro e hoje ocupada pelas águas do Oceano Atlântico, representaria os exatos contornos do perdido Continente Atlante! E essa enorme porção de terras hoje ausente, na verdade um oitavo continente, logicamente também se afastou quando da movimentação das demais massas continentais, estando atualmente submersa lá pelos lados da região central do Atlântico Norte!

E, de maneira surpreendente, o formato desta porção de terras que falta nos mapas atuais coincide espantosamente com a descrição feita pela filósofo grego Platão, que a recebera de um alto iniciado - um sacerdote do Templo de Saís, no Antigo Egito!

E essa vasta porção continental, hoje submersa, existe realmente. Na ilustração acima, vemos a representação dos contornos de cadeias montanhosas e também de um outro enorme prolongamento ao norte, exatamente na área em que se situa o famigerado Triângulo das Bermudas - junto à costa da Flórida, Bimini e as Bahamas.

E nessas regiões limítrofes às grandes e insondáveis fossas abissais, os mergulhadores se deparam com as diversas, gigantescas e sobretudo impressionantes construções submersas - tais como o famoso Muro de Bimini.


Esta linda foto da NASA, obtida por um satélite em órbita da Terra, nos mostra o complexo das Bahamas - com as suas ilhas, suas nuvens, suas águas mais rasas e também os contrastes com os limites das obscuras, misteriosas e ainda inatingíveis profundezas do Oceano Atlântico.

E na região central do Atlântico Norte, exatamente onde se suspeita que existam as principais ruínas da Atlântida, os gráficos dos registros sísmicos apontam enormes cordilheiras e os gigantescos picos montanhosos submersos!

E os signos daquele perdido continente ainda hoje se fazem visíveis, não tão distantes de nós, tais como Tridente, símbolo sagrado da sua capital, Poseidon - avistado como se fora um marco, desde a Baía de Pisco, Peru! Tudo isso apenas e tão-somente aguardando que os tempos cheguem, se façam propícios e talvez maduros, preparados enfim para a grande Revelação - que segundo a Sagrada Tradição, trará de volta o Perdido Continente ante os olhos estupefatos da nossa humanidade!